Atreve-te a ser cada vez melhor.

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Atreve-te sem teres receio. Atreve-te sem vergonha. Atreve-te a ser aquilo que desejas e arrisca sem stress, problemas ou inseguranças. Quando acordares, senão tiveres força, vai buscar energia onde achas que não existe e atreve-te a enfrentar o mundo com um sorriso de gratidão. Se te querem puxar para a escuridão, onde outros já se encontram, atreve-te a ser aquele que toca na luz. Se há um objectivo que achas que é praticamente impossível, atreve-te então a tornar possível, exequível e incentivar outros a faze-lo também. Se vires uma situação de desigualdade ou injustiça social, não te peço para revoltares, mas sim atrever-te para um solução pacifica e diplomata, que muitos não tentam. Se te sentes cansado com a vida, a pressão e o mundo, atreve-te a encontrar essa paz que não tens, atreve-te porque o cansaço desgasta e tu precisas de subir os degraus da esperança, pois parar é estagnar. Se o amor te magoou, atreve-te a ser irreverente e levantar-te dessa apatia, pois não é lamentando que se conquista o amor de novo. Se veres alguém perdido e sem rumo, atreve-te a ser aquele que dá um ombro amigo e uma mão de orientação para o rumo ideal. Se sentires quem há sofrimento, daquele que se calhar um dia já passaste também, atreve-te a ser aquela pessoa que ajuda a curar e a estimular a vida, pois na altura em que sofreste, provavelmente irias querer que alguém fizesse o mesmo por ti. Se um amigo ou familiar caiu, é a tua obrigação de te atreveres a levantar, pois os que nos são próximos são fundamentais no nosso mundo. Se actualmente te sentes bem, arrisca e atreve-te a passar essa alegria com os outros, pois a melhor maneira de exprimir a gratidão é partilhando com os outros. E sim, se no final do teu dia, tu te sentires maravilhosamente animado com o bem que pregas, incentivas e praticas, então atreve-te a sentir de forma espontânea toda essa conjugação de sentimentos espectaculares que sentes, pois isso é a vida no seu melhor. Porque no final do dia, o que conta realmente é o bem que fizemos, que praticamos, que contagiamos outros a fazer. Atrever a fazermos desafios de bem que nos parecem distantes e complicados, torna-te uma pessoa maior, melhor e que muda o mundo não pela quantidade, mas pela qualidade de cada acto singular que efectuamos com um sorriso na face.

 

 

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Nunca é tarde para mudar o nosso caminho.

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A mudança pode-se dar sempre que quisermos. É um facto. Mas uma coisa é querermos mudar, outra coisa é efectivamente mudar o que queremos. Mas a mudança é mesmo isso. Tal como ao conduzirmos o nosso carro e calcularmos os prós e os contras das diversas opções para chegar ao nosso destino, também nós poderemos fazer isso. Se é um atalho logo ao virar da esquina, ou um caminho mais calmo e suave, ou um rumo turbulento e cheio de ruído, são inúmeras as hipoteses que nos surgem perante nós. Não ninguém melhor que nós próprios para escolher aquilo que queremos. Para escolhermos o caminho da alegria e da felicidade. Para chegarmos ao nosso destino onde se encontram metas, objectivos e sonhos. Uma coisa é pedirmos opiniões ou até sugestões. E ver outros pontos de vista, até dá outra profundidade à vida. Mas a última decisão deverá sempre ser a nossa. Porque somos nós quem percorre esse trilho neste mundo. Há quem decida viver os sonhos de outros, os objectivos de terceiros, anulando-se completamente, esquecendo metas de outrora. Tomamos as preocupações alheias como sendo as nossas de uma maneira avassaladora. Tudo deverá ter ponderação. E temos de acreditar no nosso ser. Deveremos confiar no nosso potencial. Nos nossos talentos. Na energia que temos dentro de nós e que teimamos em rejeitar ou desperdiçar.

Até nos convencemos que em determinada altura irá aparecer a situação ou pessoa que nos irá guiar para um caminho melhor do que aquele que escolhemos. A vida é curta para se esperar assim. O momento é agora. O instante é já ! Dedicando a nossa vida a nós mesmos, acreditando e trabalhando para atingirmos o que querermos e todos os desvios por mais assombrosos que possam ser, irão ter esse paraíso no fim. E ao conseguirmos isso para nós próprios, tudo o que nos rodeia, sejam situações ou pessoas irão concerteza ajustar-se conforme a nossa postura, atitude e energia. É uma questão de atitude. De tomar as rédeas da vida. De sermos donos do nosso destino. E acreditando é que iremos conseguir.

 

 

Todos os dias são especiais quando queremos.

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Com abordamos cada dia das nossas vidas é relevante para o nosso bem-estar. A atitude é tudo, e é a nossa atitude que irá determinar esse dia, que é o mais importante, por ser o dia presente. Se enfrentarmos o dia com uma atitude positiva de gratidão, as coisas boas irão acontecer, pelo simples facto de irmos com uma energia que só nos ira beneficiar. Com gratidão, sentimo-nos com mais conforto, mais seguros, mais ligados ao mundo que está em nosso redor. Fazer desta atitude, o nosso ritual de todos os dias, é o que nos torna mais vivos, mais em harmonia, com menos propensão para o que é negativo e saber estar com todo um coração positivo. E com esta nova atitude, outras coisas boas virão. Que melhor há que partilhar esta nova atitude com as pessoas que nos gostamos ? Oferecer esta atitude de paz. Mostrar a nossa felicidade. Demonstrar que com isto, que gostamos de mim e que a nossa auto-estima é amplamente valorizada por nós. Não há nada mais importante do que aquilo que nos faz sentir gratos. Que todo o resto não importa. Outra das consequências é que quando a nossa mente está em paz, em tranquilidade, o ruído desaparece e conseguimos ouvir mais quem nos rodeia. E saber ouvir é mais importante do que impormos aquilo que queremos falar. Ao fazermos isso, que nos rodeia valoriza cada vez mais. E se souber ouvir os outros é importante, mais relevante é ouvir a nossa voz interior, aquele pedaço de instinto que tantas vezes nos quer bem e que pura e simplesmente ignoramos. Estes três passos, gratidão ao começar o dia, saber ouvir os outros e só depois nos ouvirmos a nós mesmos, são um pilar importante para que todos os dias, independentemente de seres dias chatos, de chuva, ou de tristeza, se tornem em dias especiais, porque a vida é assim mesmo, para ser vivida dia a dia, com uma atitude positiva e com amor e compaixão dentro do coração.

 

E porque não Humildade e Amor ?

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Não somos perfeitos. Nunca seremos perfeitos. Podemos lutar para chegar lá perto, mas nunca seremos efectivamente perfeitos. E como seres imperfeitos que somos, vivemos no meio de outros seres imperfeitos, outros muito mais imperfeitos que outros. Falo de imperfeição, porque é vã a luta por uma perfeição utópica. Ao sermos imperfeitos, não deveremos julgar outros pelas imperfeições que possam ter, quando esquecemos das nossas próprias. Ser imperfeito, não significa que não deveremos ser bons, de coração cheia e alma de luz. Significa isso mesmo, que deveremos dar sempre o nosso melhor, mesmo sabendo que poderemos falhar. É saber emendar o que fizemos ou o que sentimos, que não foi correcto. É dar sem querer receber e ser grato pelo que recebemos, seja muito ou pouco. Ao sabermos reconhecer em nós, as nossas perfeitas imperfeições, poderemos mais facilmente sermos compreensivos com os outros. Não deveremos julgar de forma leve as imperfeições ou problemas dos outros. Julgar friamente e com espírito de critica, nada mais é que encher o nosso copo que é a nossa alma com a água suja que é o negativismo. Grandes ou pequenas, essas imperfeições, na maioria dos casos, fazem parte da pessoa e do seu ser. Por isso temos de ser humildes para reconhecer essas falhas, sensíveis na abordagem e tratar com respeito absoluto e tratar com consideração honesta e pura. Por isso em vez de acusar e criticar, que tal abraçar e compreender ? E já agora, em vez do negativo e escárnio, que tal humildade e amor ? Ganhamos todos mais com isso e tudo fará mais sentido neste trajecto que é a vida.

 

Onde estou no meio do Universo ?

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Duas ideias teremos de distinguir. Ajudar pessoas de um lado, viver em função delas por outro. Se ajudar as pessoas, apoia-las e acarinhar em tempos confusos e menos claro é claramente positivo, pois temos de ser solidários e humanos uns com os outros. Mas viver em função, não é ajudar. É por um lado anular a nossa identidade e fazermos estagnar essa pessoa que não irá arriscar proque sabe que tem consigo alguém que irá aparar todos os golpes. Temos de saber realizar por nós mesmos. Fazer da realização pessoal um objectivo digno. Isso não quer dizer que somos egoístas ou pouco solidários. Significa que temos objectivos e sabemos para onde vamos. A nossa sabedoria é um ponto fundamental do nosso crescer enquanto seres humanos. Há pessoas, tão poucas pessoas, com coragem genuína de lutarem pelo seu lugar neste universo, para se mostrarem como um ponto de luz de referência, afastando os pontos negativos da miséria humana que não interessa mesmo nada. Essa miséria humana, que é a amizade fingida, a vaidade presunçosa, falsa visão do mundo e solidariedade vazia, não pode ter lugar em nós. Não temos de ser enormes para fazer actos de pura humanidade. São os actos de pura humanidade que fazem com que sejamos enormes mesmo sem dar por isso. E podemos ser enormes e isso não ser revelante para a nossa vida. Porque são os actos genuínos, de verdade, de sinceridade, de uma mudança no mundo que é pura, é que fizemos o nosso papel. É essa a Paz que nos preenche, é essa a paz que fascina que nos rodeia. Porque esse é o nosso lugar no universo. O lugar daqueles que fazem pela mudança honesta sem querer quaisquer louros por isso. Apenas a Paz e a Tranquilidade de Espirito.

 

Solitude e Solidão.

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De tempos em tempos, seja por opção própria ou imposta por algum acontecimento pessoal, fechamo-nos em copas e atravessamos um caminho solitário rumo a um destino desconhecido que se prevê que seja rumo a algo melhor que temos de momento. Os maiores inimigos destas caminhadas são o desespero e a precipitação. E porque ? Caímos na tentação nestas ocasiões peculiares de reclusão, de afastarmo-nos do nosso objectivo e ceder só por causa de nos sentirmos sozinhos ou desamparados. Estas pegadas solitárias é como um teste do destino para sabermos se somos merecedores do que o destino nos aguarda. Quando nos sentimos sós, cair nas teias, por exemplo, de um relacionamento fácil, acontece sem darmos por isso. E pensamos que por termos alguém, mesmo que não se encaixe minimamente daquilo que idealizamos, que eliminamos a melancólica ilusão de que não estamos mais sós. Mas o que todo esse cenário nos dá, é o desconforto, a dor, de estarmos ligados perante algo que não é real, verdade, ou que realmente desejamos por um lado, e arranjarmos um cenário que nada mais é do que um estado temporário, podendo igualmente fazer com que esse alguém que preenche um vazio que não é verdadeiramente colmatado, se iluda tal como nós mesmos dizemos. Quem percorre o caminho sozinho, sabe que a perseverança e paciência irá dar os seus frutos. Seguindo o caminho que aqui foi explicado, só acrescenta dificuldades em cima de dificuldades, como escavando um buraco na areia da praia mesmo que a água do mar encha esse mesmo buraco. É inconsequente. Podemos esquecer por breves instantes a adversidade, mas ao tomarmos consciência do cenário onde estamos envolvidos, é que nos apercebemos que o caminho foi errado. Não quer dizer que seja um caminho sem saída. Apenas quer dizer que irá dar uma volta maior, do que o caminho da paz, compreensão e paciência.

Tudo é possível nestes caminhos de solitude. Mas saber ter o discernimento de ver as curvas, altos e baixos da caminhada, é fundamental para aspirarmos a chegar ao nosso destino de forma rápida e sem sobressaltos. Chegando à Luz, sem dor, pesos e desgaste.

 

A Voz que vem de dentro.

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Se há coisa que sempre temos tendência para fazer, ( Porque nem todos nós somos totalmente disciplinados ), é dar muita importância e relevância aos que as pessoas dizem. Aquelas que querem o nosso bem, ainda é tolerável, pior mesmo é quando damos ouvidos as pessoas que não desejam dentro de si, o verdadeiro e honesto bem para com a nossa pessoa. Mas mais importante que tudo isto, e é algo que não fazemos, ou sabemos fazer, é de facto ouvir a voz que vem de dentro, a nossa voz interior. É ela que define grande parte do que somos, do que poderemos ser, do que ambicionamos ser. Quando somos confrontados com as escolhas típicas da vida, seja seguir determinado curso, escolher uma carreira especifica ou saber se tal pessoa é de facto o nosso par, a tendência é sempre de recolher impressões ou agir de acordo com o que pensamos que os outros possam achar e nunca pelo nosso interior. O nosso interior, a nossa essência, é a nossa identidade única que nem nada nem ninguém consegue suprimir verdadeiramente. Essa voz que vem do interior, essa chamada de atenção sobre os factos e situações, aquele instinto que vêm por de dentro, é sem dúvida o que deveremos mais ouvir. Saber ouvir verdadeiramente, agir de acordo, mas sem desviar do nosso caminho, é algo que temos e deveremos saber fazer. Todas as pessoas que nos rodeiam, são por si mesmas, uns treinadores de bancada da vida. Tem a sua agenda e táctica para uma panóplia de eventualidades. Muitos aconselham por bem. Outros guiam para o errado. Mesmo que não tenhas pedido nada, há sempre uma indicação para te darem. É complicado saber ouvir dentro de uma sala cheia de vozes, a nossa pequena voz interior. Mas essas outras vozes, que gritam, ou berram, ou simplesmente falam de maneira incompreensível não interessam para guiar o teu caminho. É quando tu consegues separar a tua voz das demais, que te consegues ouvir, provavelmente pela primeira vez, que de facto te sentirás originalmente na tua pele. É um acontecimento único e indelineável. A tua voz é a tua essência. A tua essência é o teu caminho. E o teu caminho faz-se por si mesmo. É de uma preciosidade e beleza enorme sentir a satisfação de quem finalmente está em contacto consigo mesmo. É respeitares o teu ser genuinamente. Sentir a tua autenticidade. E acredita, nunca mais a vida te parecera a mesma.